André Luiz ensina que “assim como na medicina Terrena é necessária a assepsia para realizar o trabalho, o médium passista também necessitará de vigilância no seu campo de trabalho, a condição de passista não o  isenta da possibilidade de desequilíbrios e muito menos das obsessões.

Passe – troca de energias e fluido vital.

Durante o passe, o passista sujeita-se a significativo dispêndio de energias, liberando grande quantidade de fluido vital, facilmente recuperado, em um organismo saudável. A capacidade de doação fluídica tem sempre limites que devem ser respeitados, para não comprometer o equilíbrio e a saúde do organismo, porém ela varia de pessoa para pessoa, todo passista deve aprender sobre isso, para não  prejudicar a si ou ao trabalho. Não estará o passista praticando um ato de caridade ao exceder à sua capacidade física, isto pode representar o oposto, o trabalhador esgota-se e deixa de proporcionar energias restauradoras aos que tanto necessitam quando batem à porta da Casa Espírita procurando auxilio.